7 de março de 2014

A eterna garota de Ipanema

A eterna garota de Ipanema

'Young and lovely': Garota de Ipanema foi de 17 anos de idade, quando ela passou o bar onde os compositores passava longas horas cuidando das suas bebidas e eles estavam extasiados com a sua pele e cabelo escuro longo brilhante
Garota de Ipanema aos 17 anos de idade

O ano era 1962. A jovem Heloísa Eneida de Menezes Paes Pinto passava pela Rua Montenegro, em Ipanema – às vezes a caminho da praia, vestindo o maiô de duas peças confeccionado por sua avó, às vezes em direção ao ponto de ônibus, vestida de normalista, seguindo para o Instituto de Educação. Mal sabia ela que, na esquina da Montenegro com a Prudente de Morais, no Bar Veloso, onde os intelectuais e músicos se encontravam para beber e filosofar, Tom Jobim se apaixonaria por seu balanço e comporia em sua homenagem, e em parceria com Vinicius de Morais, a música Garota de Ipanema, desde então uma das mais tocadas no mundo. Hoje, aos 70 anos, Helô Pinheiro conta a Seleções como o presente que recebeu de Tom e Vinicius mudou o rumo de sua vida, e como é ainda carregar esse título.
Quando foi que você descobriu que era “a” garota de Ipanema? Você se via como a canção a descrevia?
O fotógrafo Yllen Kerr, para quem eu havia posado como parte de uma matéria de revista sobre a juventude de Ipanema, virou-se para mim um dia e falou: “Vi o Tom e o Vinicius no Bar Veloso, e eles disseram que fizeram uma música para você.” Fiquei com aquilo na cabeça, mas não acreditei. Pensei: Por que para mim? Sou uma menina comum, minha mãe diz que tenho perna fina, minha vó diz que tenho cara de faca, porque meu rosto é comprido... Eu achava que não era essa beleza toda. Três anos depois, em 1965, a música estourou no exterior e todo mundo começou a perguntar: “Quem é a musa inspiradora?” Vinicius e Tom ficaram meio receosos de dizer que era eu porque meu pai era militar, mas o pessoal da revista Manchete interveio: “Vocês precisam contar. Todo mundo quer saber.” E tinha gente que pensava que a musa era a Astrud Gilberto, que havia gravado uma versão da canção, então o Vinícius resolveu contar. De próprio punho, ele fez um texto maravilhoso para a revista Manchete, revelando que eu era a inspiração para a música Garota de Ipanema. Nesse dia, meu mundo virou de pernas para o ar.
A ficha demorou a cair?
Eu era muito inocente, e não enxergava o além. Eu enxergava aquele momento. Naquele instante fiquei feliz: Nossa! Uma música para mim! Que bonito! E pronto. Mas só que não foi assim. Demorei a entender que eu era realmente o estopim de uma história.
Que tipo de conflito isso trouxe para você?
Ah, o conflito era que eu achava que tinha de ficar com um corpo escultural. A música dizia: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela menina que vem e que passa, num doce balanço a caminho do mar.” Então comecei a me preocupar: Puxa, quando eu andar, tenho que ter um balanço. E as pessoas vão prestar mais atenção ao meu corpo. E aí? E se eu tiver celulite? E eu queria mostrar aquilo que estavam dizendo. Não podia engordar, não podia cortar o cabelo... Eu queria que as pessoas olhassem e dissessem: “Ela merece esse título.”
E você ainda sente essa obrigação?
Hoje dou um desconto por causa da idade. As pessoas precisam ver que a idade chega. A gente tem de aceitar.
Porque não é só a beleza que conta...
Minha mãe e meu pai sempre diziam: “A alma da pessoa é o que mais brilha.” E outra frase que meu pai dizia sempre era: “Minha filha, tenha consideração e respeito com o próximo.” Eu fui criada assim e passei isso para meus filhos. Acho muito importante, porque a vida é uma passagem. Se você fizer coisas boas aqui, talvez, no outro mundo, se é que ele existe, você possa se sentir melhor.
Qual foi o papel dos seus pais na sua trajetória?
Eu tinha uma relação de obediência muito forte com meus pais. Deixei de fazer várias coisas porque eles diziam: “Essa coisa de artista não é legal, porque eles fumam, bebem, têm uma vida desregrada. Esqueça isso.” Eu era obediente e queria meus pais felizes. E isso brecou muito a minha vida. Antigamente era não, e acabou. E eu não sabia o por quê do não.
Seus pais provavelmente queriam apenas proteger você...
É. Naquela época, todas as famílias queriam que a mulher fosse professora, e o filho, militar. Quem conseguisse passar na Escola Militar e no Instituto de Educação era abençoado por Deus.
Então você estava destinada a ser professora?
Eu era professora primária do Estado, dava aula em Padre Miguel. Estava destinada a dar aulas mesmo, que era o que minha família queria. Mas sabia que, dentro de mim, existia uma vontade de ser atriz. Não sabia se era de televisão, ou de teatro, mas eu queria o palco. Além disso, desde pequena eu fazia balé com a Iara Vaz, mas tinha bronquite asmática, então chegava um momento que eu não aguentava. Acabei desistindo.

'Alto e bronzeado': Garota de Ipanema, a música que apresentou ao mundo o Rio de Janeiro, está virando 50 anos de idade, uma vez que continua a destacar a inspiração dos compositores, Heloisa Eneida Menezes Paes Pinto (foto)



Mas você participou de algumas novelas. E hoje é apresentadora de TV.
É, eu fiz novela, mas via que meu personagem não crescia muito. Então me perguntei: Será que sou boa atriz? Foi quando estabeleci a meta de ser apresentadora de televisão.
E se sente realizada?
Hoje me sinto realizada porque tenho mais segurança e estou fazendo aquilo de que gosto. Conquistei o que eu queria, que é ouvir das pessoas: “Estou gostando do seu programa. Você está levando informação importante para o público.” O De cara com a maturidade está vestindo o meu jeito de ser, porque eu falo sobre saúde, culinária, moda... Ele atende a tudo o que eu queria, com foco na terceira idade, que é a fase que vivo agora. Também faço outro programa com a Ticiane, minha filha, em que ensino jovens senhoras a se maquiar e pentear – é uma coisa mais para a beleza, para a estética. Os dois programas se complementam.
Falta algo a conquistar?
Tenho vontade de montar um musical. Hoje faço aero jazz, no qual danço e realizo um pouco o sonho de ser bailarina, que ficou para trás. Com a idade, a asma sumiu! Também gostaria de declamar poemas do Vinicius num espetáculo. Não vou dizer que tenha conquistado tudo, mas estou perto disso.             

 

 Fonte::     http://www.selecoes.com.br/eterna-garota-de-ipanema#sthash.G1NdihIH.dpuf 

20 de fevereiro de 2014

Não fazemos uma foto...

Não fazemos uma foto
apenas com uma câmera; 
ao ato de fotografar trazemos todos 
os livros que lemos, os filmes que vimos, 
as músicas que ouvimos, as pessoas que amamos.
--- Ansel Adams ---

15 de fevereiro de 2014

Nada sabemos da alma


Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo.
(Fernando pessoa)



4 de fevereiro de 2014

O Velho e a Flor

O Velho e a Flor
(Vinícius de Moraes)

Por céus e mares eu andei,
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber
O que é o amor.

Ninguém sabia me dizer,
Eu já queria até morrer
Quando um velhinho
Com uma flor assim falou:

O amor é o carinho,
É o espinho que não se vê em cada flor.
É a vida quando
Chega sangrando aberta 
em pétalas de amor.




24 de janeiro de 2014

às vezes as coisas não dão certo...

às vezes as coisas não dão certo, e acabam 
acontecendo coisas legais que não teriam 
acontecido se tivesse dado tudo certo...






11 de novembro de 2013

Oktoberfest

Qual a origem da Oktoberfest?

A Oktoberfest de Munique, na Alemanha, a mais famosa das celebrações, teve início em outubro de 1818, em comemoração ao casamento do príncipe Luís Ludwig com a princesa Therese de Sachsen-Hildburghausen. Atendendo ao pedido do filho, que desejava que o povo participasse da celebração, o rei Maximiliano I decretou a realização de uma festa popular que tivesse muita cerveja. Já nessa primeira festa, os Traiteurs, como eram chamados os que forneciam comida e bebida aos visitantes, montaram barracas de lona, costume que se manteve até os dias de hoje.

fonte: http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT625208-3029-3,00.html

7 de novembro de 2013

59ª Feira do Livro de Porto Alegre

59ª Feira do Livro de Porto Alegre
1° a 17 de novembro de 2013
Praça da Alfândega 
Centro de Porto Alegre, Rio Grande do Sul
"A maior feira do livro a céu aberto da América Latina"

fotos: Pedro André Ludwig


















16 de outubro de 2013

trineto do Rei Ludwig III é recebido...

Príncipe Heinrich da Baviera trineto do Rei Ludwig III é recebido pela Familia Ludwig em Ivoti

A Familia Ludwig na recepção ao Príncipe Heinrich da Baviera trineto do Rei Ludwig III 


A família Ludwig presente na recepção ao Príncipe Heinrich da Baviera, sendo trineto do último Rei, Ludwig III, realizada na cidade de Ivoti, RS em 04/10/2013. Na primeira foto da esquerda para a direita a representante da Weber Haus de Ivoti, o Príncipe Henrich, o Prefeito de Ivoti, Alexandre integrante da comitiva do Príncipe e a Vice-Prefeita de Ivoti, RS. Na segunda foto Valdir Jose Ludwig de Ivoti, Príncipe Heinrich, Aurélio José Ludwig da Comissão Organizadora da LudwigFest e a ex-Prefeita de Ivoti. A vinda Príncipe ao Brasil se deu em função de Lançar a Cerveja "Konig Ludwig" no Brasil.

FONTE: http://www.familialudwig.com.br/site/noticia.php?id=0000000070


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4 de outubro de 2013

admirável...

O surpreendente surpreende uma vezmas o admirável torna-se tanto mais admirável quanto mais é admirado
Joseph Joubert


1 de outubro de 2013

VI Ludwigfest - Festa da Família Ludwig

VI Festa da Família Ludwig 
Poço das Antas - Rio Grande do Sul - Brasil
28 a 29 de Setembro de 2013


Sábado à tarde, na Praça Municipal, 
com animação da Banda Municipal de Poço das Antas



  



  





Domingo, na SASCPA, com animação da Super Banda Hopus






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SOBRE A FESTA

(baseado no do site: www.familialudwig.com.br)

Todos os privilegiados detentores do nobre patronímio LUDWIG, familiares, amigos, 
parentes, comunidade em geral, de todas idades, foram convidados a se reunir, reencontrar, matar a saudade, conhecer, aprender e confraternizar, conhecer mais do passado, nossas origens, tradições, costumes e histórias; compreender melhor o que somos: nossa vida, nosso modo de ser, nossa cultura, crenças, nossos sonhos, o futuro de nossas gerações. 

Diferentes metrópoles, em outras províncias, já foram cenários privilegiados dos encontros da Família Ludwig. Desta vez, uma pequena cidade, em um vale fértil, de águas correntes, entre montanhas, cortado por estreitas estradas, de um povo simples, hospitaleiro, sem luxo e sem grifes famosas, mas que remetem a um novo Unsrick – Deutschland – de onde partiram nossos antepassados, Poço das Antas, esse pedacinho de chão gaúcho, colonizado por alemães, dentre esses, os Ludwig, recebeu a todos de braços abertos, num lar, numa grande família, de 28 a 29 de Setembro de 2013.



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Esta festa da família é realizada a cada dois anos.

As festas anteriores foram realizadas em:
2003, a I, foi em Feliz, RS
2005, a II, foi em Selbach, RS
2007, a III, foi em São Miguel do Oeste, SC
2009, a IV, foi em Santo Amaro da Imperatriz, SC
2011, a V, foi em Foz do Iguaçu, PR
2013, a VI, foi em Poço das Antas, RS


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O SOBRENOME LUDWIG

O sobrenome familiar Ludwig descende de um prénome. Como no caso de muitos nomes de famílias, este sobrenome tem sua origem no prénome de uma antiga parte do portador original. Se o nome se derivou do prénome do pai, assim refere-se a uma origem patronímica, e se for derivado do prénome da mãe, então refere-se a origem matronímica. Aqui o sobrenome se baseia naturalmente no prénome Ludwig, que derivou do antigo alemão "hlut" (claro, alto) e "wig" (luta, guerra). Muitos reis e santos usavam este nome: Ludwig o Piedoso, rei alemão; Ludwig o Alemão, rei alemão; e Ludwig IV, o Santo, Landgrave de Thürigen, Marido da Santa Elisabeth. Uma das primeiras menções a este nome é num desenho de um Conrad Ludewici, que morava no ano1270 em Basel. Heinrich Ludewici estava registrado em 1294 como cidadão em Hannover.
 Os nomes alemães mais antingos são encontrados muitas vezes em sua forma latina, enquanto que a expressão popular foi utilizada somente mais tarde. Por exemplo, este nome é encontrado nos manuscritos da cidade de Köln, que em 1135 foi associado, faz com que este seja um dos mais antigos sobrenomes alemães escritos. Das muitas pessoas importantes que usam este sobrenome é o professor de psicologia Carl Friedrich Ludwig (1816-1895) o mais conhecido. Foi o inventor do quimógrafo, um aparelho que registra mecanicamente movimentos rítmicos (por exemplo, pulsação). A biografia de Emil Ludwig (1881-1948) também deve ser mencionado.


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IMIGRANTES

Vendelino Ludwig e Sebila Eli Ludwig, Este Casal migrou para Guaraciaba, SC, por volta do ano de 1850.
Histórico de outras Imigrações:
 Conforme listagem adquirida através do site do Projeto Imigrantes, consta naquele banco de dados o registro de 69 imigrantes da família Ludwig, chegados no Brasil nos séculos XIX e XX, conforme abaixo:

Pedro Ludwig Senior e Margarida Ludwig (Margaretha Klein)
chegaram no Brasil em 03/03/1829 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era São Leopoldo/RS; Pedro tinha 36 anos e Margarida tinha 34 anos; Pedro e Margarida vieram com seis filhos: Maria, 12 anos, Barbara, 10 anos; Pedro, 8 anos; Magdalena, 6 anos; Anna Barbara, 4 anos; e Catharina, 1 ano.

Pedro Ludwig Junior e Catharina Ludwig (Catharina Feltes):
chegaram no brasil em 03/03/1829 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era São Leopoldo/RS; Pedro tinha 34 anos e Catharina tinha 32 anos; Pedro e Catharina vieram com quatro filhos: Magdalena, 11 anos; Catharina, 8 anos; Jacob, 5 anos; e Anna Maria, 3 anos.

Wilhelm Ludwig e Berta Ludwig: 
chegaram no Brasil em 16/12/1889 por Santos/SP e o destino era Campinas/SP; Wilhelm tinha 40 anos e Berta tinha 30 anos; Wilhelm e Berta vieram com cinco filhos: Antonia, 18 anos; Ida, 14 anos; Maria, 12 anos; Bertha, 7 anos; e Adele, 5 anos.

Henrich Ludwig e Barbara Ludwig:
chegaram no Brasil em 30/10/1876 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era Caxias do Sul, RS. Henrich tinha 32 anos e Barbara tinha 35 anos. Henrich e Barbara viera com quatro filhos: Henrich, 12 anos; Paulina, 10 anos; Johann, 8 anos; e Amailia, 3 anos.

August Ludwig e Bertha Ludwig:
chegaram no Brasil em 06/05/1890 por Xarqueadas/RS e o destino era Barão do Triunfo/RS. August tinha 28 anos e Bertha tinha 25 anos. August e Bertha vieram com quatro filhos: Carl, 14 anos; Wilhelmine, 11 anos; Ida, 3 anos; e Anna, 6 meses.

Carl Ludwig e Bertha Ludwig:
chegaram no Brasil em 06/05/1890 por Xarqueadas/RS e o destino era Barão do Triunfo/RS. Carl tinha 35 anos e Bertha tinha 28 anos. Carl e Bertha vieram com três filhos: Franz, 8 anos; Mina, 4 anos; e Tola, 2 anos.

Carl Ludwig e Sophia Ludwig:
chegaram no Brasil em 25/03/1893 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era São Paulo/SP. Carl tinha 39 anos e Sophia tinha 33 anos. Carl e Sophia vieram com cinco filhos: Karl, 10 anos; Elsa, 9 anos; Lisbeth, 4 anos; Ernest, 2 anos; e Karl II, 6 meses.

Miguel Ludwig e Christina Ludwig (Christine Pelzer):
chegaram no Brasil em 18/03/1829 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era São Leopoldo/RS. Miguel tinha 56 anos e Christina tinha 49 anos. Miguel e Christina vieram com sete filhos: Guilhermina, 28 anos; Christian, 26 anos; Christina, 24 anos; Elisabeth, 22 anos; Pedro, 20 anos; Henrique, 7 anos; e Luis, 6 anos.

Ernest Ludwig e Emma Ludwig:
chegaram no Brasil em 27/05/1886 por Santos/SP e o destino era Mogymirim/SP. Ernest tinha 24 anos e Emma tinha 27 anos.

Ana Margarida Kern Ludwig:
chegou no Brasil em 09/12/1826 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era São Leopoldo/RS. Ana tinha 13 anos.

Friederick Ludwig :
chegou no Brasil em 06/05/1890 por Xarqueadas/RS e o destino era Barão do Triunfo/RS. Friederick tinha 43 anos.

Anton Ludwig:
chegou no Brasil em 21/09/1876. Anton tinha 50 anos.

Frederico Ludwig:
chegou no Brasil em 25/01/1858 por Rio Grande/RS e o destino era Santa Cruz/RS.

Gustav Ludwig:
chegou no Brasil em 08/06/1886 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era Porto Alegre/RS. Gustav tinha 20 anos.

João Conrad Ludwig:
chegou no Brasil em 01/08/1830 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era São Leopoldo/RS. João tinha 49 anos.

Jacob Ludwig:
chegou no Brasil em 07/09/1857 pelo Rio Grande/RS e o destido era Santa Cruz/RS.

Karl Ludwig:
chegou no Brasil em 12/10/1894 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era Porto Alegre/RS. Karl tinha 26 anos.

Nelson Ludwig:
chegou no Brasil em 30/10/1876 pelo Rio de Janeiro/RJ e o destino era Rio Claro/SP. Nelson tinha 22 anos.


E A MINHA FAMÍLIA, MAS QUE NÃO CONSTA EM NENHUM SITE DE IMIGRANTES:
Franz Ludwig (nascido em 1852, em Freudenthal, região da Silésia, Áustria) e Anna Sternert Ludwig, que vieram ao Brasil em 1889, entrando pelo Rio de Janeiro/Porto Alegre/Linha Saraiva (Santa Cruz do Sul);

Vieram com os Filhos: Karl, Rosa e Adolf Ludwig (nascido em 1880) que foi pai de Adalberto Ludwig (nascido em 1907), que foi pai de Günter Ludwig (1936), este meu pai.



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23 de setembro de 2013

liberdade é...

A liberdade é a possibilidade do isolamento. 
Se te é impossível viver só, nasceste escravo.

Fernando Pessoa


6 de setembro de 2013

de longe...

"De longe te hei de amar - da tranquila distância em que o amor é saudade e o desejo, constância."
(Cecília Meireles)


27 de agosto de 2013

Seria o Estado laico um Estado vadio?

Achei interessante este artigo... estou compartilhando...


Seria o Estado laico um Estado vadio?



Avatar de Rubens TeixeiraPor Rubens Teixeira em 26 de agosto de 2013 


O povo brasileiro, aos moldes do que tem ocorrido em todo mundo, resolveu pautar diretamente seus pleitos mais variados. Não são novidades na história das sociedades movimentos de larga abrangência. No passado, alguns movimentos marcaram época e foram importantes para se estabelecer quebras de paradigmas. Podemos destacar a Revolução Francesa, movimentos como o Primeiro de Maio de 1886, a Revolução Americana, e, em período mais recente no Brasil, o movimento das Diretas Já. Uma grande diferença entre os movimentos tradicionais e os que vêm ocorrendo no Brasil e no mundo é a diversidade de pleitos e de grupos, havendo, inclusive, pleitos divergentes entre si. Outra diferença, que abordarei com mais ênfase neste artigo, é a preferência por instituições do Estado em proteger os direitos de uns em detrimento de outros.
A Constituição Federativa do Brasil (artigo 1º, parágrafo único), prescreve que “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. A forma mais tradicional de exercício do poder pertencente ao povo é a indireta. Quando a sociedade resolve pautar de forma direta e incisiva os seus pleitos está dando um recado muito claro aos seus representantes: está desconfortável com a forma que vem sendo representada. Há uma crise de representatividade. É como um carro em que o motorista perde o seu controle em uma curva. A primeira ação a ser tomada para que a coisa não se agrave é tentar retomar o controle da direção do carro. No caso da representação política, o primeiro passo é retomar a credibilidade dos representantes, o que pode ser feito mudando o sistema para dar ao povo o sentimento de que está sendo bem representado. Isso deve ser feito por meio de uma reforma política. Com o grito de que políticos não o representam, será difícil essa retomada. Em uma democracia, o povo precisa aceitar seus representantes. Essa aceitação ocorrerá a partir do momento que os cidadãos entenderem que suas vontades estão sendo prestigiadas, não as dos representantes que sejam contrárias às populares.
Nas manifestações, realizadas por pessoas, em sua maioria, pacíficas, a polícia se vê pressionada a restabelecer a ordem e o faz da forma que entende ser mais factível. Se por um lado as instituições de segurança cometem excessos, na maioria das vezes quando encontram criminosos que jogam coquetéis molotovs, pedras ou agem de forma violenta contra os policiais, por outro, em maior escala, esforçam-se por cumprir seu papel e os policiais defendem a sociedade ordeira com suas próprias vidas. Instituições, como, por exemplo, a OAB, muitas vezes se colocam, teoricamente, na defesa dos manifestantes. Contudo, esta opta por não se pronunciar de forma clara sobre os criminosos que atacam a polícia e atrapalham as manifestações. Oferece “ajuda” aos atingidos pela violência policial, mas não oferece, por exemplo, assistentes de acusação nos casos de “manifestantes” que cometam crimes de ação pública que põem em risco a integridade física e vida de manifestantes pacíficos e policiais. Não oferece ajuda também às famílias de policiais que perdem a vida e têm seus direitos violados pelo poder público, ou mesmo defende de forma efetiva policiais feridos em combate que sofrem, em muitos casos, duras consequências pelo desprezo dos seus direitos.
De qualquer forma, a violência policial é um tema que a todos preocupa e deve ser combatida de forma sincera e racional. Como, conceitualmente, o monopólio da violência pertence ao poder estatal, evidente que este, para não violar direitos humanos, deve ter limites muito claros. Para evitar que os limites “morais”, “éticos” ou “políticos” impostos às instituições que cuidam da segurança pública impeçam ou limitem suas atuações de defesa dos cidadãos de bem, o tema deve ser avaliado de forma madura e equilibrada.  Na busca da evolução desse tema, alguns projetos de leis tramitam no Congresso Nacional. Dois projetos se destacam por terem sido apresentados antes das manifestações recentes. O primeiro deles é o PL 6125/2009, do senador Marcelo Crivella, que disciplina o uso de cassetetes e armas perfurocortantes pelos agentes de segurança pública, nas atividades de policiamento ostensivo, em todo território nacional, obrigando os policiais a registrarem os casos específicos em que precisaram usar o material e provocaram lesão corporal. Este projeto de lei já foi aprovado no Senado Federal e agora é analisado em caráter conclusivo nas comissões da Câmara. A previsão é que deve ser votado ainda neste semestre na Comissão de Segurança Pública. Mais recentemente, foi apresentado o PL 4471/2012, de autoria dos deputados Paulo Teixeira, Fabio Trad, Delegado Protógenes e Miro Teixeira que cria regras para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes das ações de policiais. Esses casos, conhecidos como “autos de resistência seguida de morte”, passam a ter rito de investigação semelhante ao utilizado em crimes praticados por cidadãos comuns. Já passou pelas comissões da Câmara e aguarda votação no plenário, prevista para agosto.
O tema da violência policial é realmente  grave e precisa ser resolvido. Todavia, o Estado que não pode ser violento mais do que a situação exige, também não pode ser “solidário” com a violência de quem quer que seja. O Estado não pode ser convenientemente frouxo, inerte ou cego. O caput do Art. 208 do Código Penal tipifica como crime “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, sem contar os dispositivos que tratam do ultraje público ao pudor previstos nos artigos 233 e 234 do mesmo diploma legal. Estes dispositivos previstos na legislação penal não são valorizados por algumas instituições públicas que deveriam fazê-lo valer. Parece haver um acordo entre manifestantes criminosos e agentes públicos prevaricadores que garante um salvo-conduto, igualmente criminoso, para perturbar culto, vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso, ou mesmo a prática de atos imorais em via pública, para afrontar fiéis que optam por defender valores relacionados à vida e à família tradicional.
Estes dispositivos legais e os valores morais caros às famílias brasileiras parecem não ser importantes para alguns ativistas que usam de suas funções de Estado para “liberar geral” comportamentos, desde que sejam do lado da promiscuidade sexual ou de atitudes desta natureza. É um Código Penal que não é erga omnes (contra todos). Surgiu a prerrogativa de descumpri-lo desde que seja do lado da imoralidade ou da perversão sexual. Baseado nisto, há um grupo de manifestantes que possuem um indevido salvo conduto dado pelas instituições públicas que deveriam atuar em defesa de todos. Estes salvos-condutos “legitimados” pela prevaricação de agentes públicos que se mantêm, de forma indevida, convenientemente inertes, geralmente são dados para minorias violentas e que atacam moralmente ou até fisicamente cidadãos que prestam seus cultos que, por sua natureza, são pacíficos.
Os cidadãos religiosos, se cometem deslizes, são disputados pelas mídias e pelas instituições do Estado que querem mostrar o quão viscerais são contra os desvios de conduta. Agentes públicos que possuem prerrogativas amplas, robustas e vitalícias para defender a sociedade como um todo, por vezes, usam tais proteções constitucionais para terem à sua disposição um cardápio que lhes permite escolher sua “vítima” preferencial. Tais mídias e instituições, desviadas também de suas funções, omitem-se oportunamente sem cerimônia, sem vergonha, sem perder a pompa nem as prerrogativas, e sem riscos de serem responsabilizadas pelo sórdido silêncio de um Estado que busca ser laico, mas não se incomoda de ser visto como vadio. Ser vadio ou vadia, parece ser uma excludente de ilicitude ou de punibilidade, enquanto ser religioso um tipo penal de um Estado cujas prioridades de Justiça prestigiam, além dos interesses “vadios”, os de ricos e de repercussão midiática.
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."
Avatar de Rubens Teixeira

Por 

Pastor evangélico da igreja Assembleia de Deus • Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN)

12 de agosto de 2013

arte de viver...

"A arte de viver é simplesmente a arte de conviver... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!"
Mario Quintana



7 de agosto de 2013

fronteira...


Fronteira entre Brasil e Uruguai.
Ponte sobre o Rio Jaguarão, que divide as cidades de Jaguarão e Rio Branco, no Uruguai.
Jaguarão - Rio Grande do Sul
(fotografado em fevereiro de 2011)

Fotografada no lado brasileiro



Fotografada no lado uruguaio



Fotografada do meio da ponte para o lado brasileiro


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