8 de agosto de 2011

Festival Internacional do Folclore - Nova Petrópolis - RS

Festival Internacional do Folclore - Nova Petrópolis - RS


Banner do Site Oficial do Festival             Nova Petrópolis - RS (foto: Pedro Ludwig)
                          


Folclore do Gaúcho, habitante do Rio Grande do Sul, Brasil


(Extraído do site oficial do Festival do Folclore:)

O Festival Internacional de Folclore é um evento de valorização das tradições e dos costumes legados pelos antepassados, numa mescla das mais distintas manifestações culturais. É um intercâmbio artístico-cultural entre os inúmeros grupos participantes, que iniciou de uma forma muito humilde em julho de 1973. Em um texto escrito pelo Sr. José Mário Hansen e editado em 2002, quando da comemoração dos 30 anos do Festival, lê-se:


“Foi um agito! Ensaios rápidos, convites para tradicionalistas, historiadores, garotas fazendo trajes típicos, todos os colaboradores contribuíram de forma voluntária, com muita disposição e alegria. Chegado o momento, foi estupendo. Milhares de pessoas invadiram a cidade, lotando praças, ruas, restaurantes e lancherias, a comida foi pouca para tanta gente. (...) ocorreu uma tempestade à meia-noite de sábado para domingo e as tendas dos expositores, cobertas de lona preta, começaram a despencar, alguns voluntários vieram auxiliar, PM’s segurando estacas, recolocando as lonas, recolhendo materiais que voaram com a força do vento, jovens de todas as idades participaram do socorro, molhados, com frio, mas tudo e todos salvos. Com os obstáculos superados, as dificuldades converteram-se em vitórias e o domingo nasceu com sol brilhando, anunciando que valeu a pena o esforço, coroando com sucesso o evento.” Quando se avalia a dificuldade em criar este evento, fica uma responsabilidade ainda maior em continuar oferecendo este produto cultural ao povo.

Inicialmente, o Festival ocorria apenas em um final de semana do mês de julho. Com o passar do tempo, tomou grandes proporções e ocorre atualmente nas duas primeiras semanas do mês de agosto, trazendo diversos grupos folclóricos oriundos de cidades gaúchas, diferentes Estados desta nação e países de todos os continentes que deixam sua marca registrada, oferecem sua cultura e enriquecem esta grandiosa festa. O evento busca a ampliação da diversidade cultural em todos os segmentos, salientando para a comunidade a importância e a influência do folclore na vida de todos.


Grupo de Danças Folclóricas Internacional, de Nova Petrópolis (Centro)

Venda de artesanato

A presença de grupos de danças, exposição de artesanato, o espaço totalmente interativo com brinquedos folclóricos, livros, artigos, subsídio teórico sobre o folclore, vídeos didáticos e institucionais, os desfiles, a participação das bandinhas típicas, dos coros e dos grupos teatrais e a realização de noites culturais nas comunidades interioranas demonstram o mérito cultural proporcionado por esta rica festa, realizada junto à Praça das Flores, sendo o acesso livre a todo e qualquer público.

O evento é um a parceria entre a Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis e a Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Alemãs. A partir das próximas edições terá o apoio da IOV – Organização Internacional de Folclore e Artes Populares.

Algumas fotos do festival:
(todas fotos postadas neste blog são do fotógrafo Pedro André Ludwig - 07/08/2011)


Rua Coberta - Centro de Nova Petrópolis


Praça das Flores, ao lado da Rua Coberta



Praça das Flores, ao lado da Rua Coberta      


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Pedro Ludwig
Estrela - RS
pedro.ludwig@gmail.com

18 de julho de 2011

Sempre existe uma saída...

Um senhor muito rico vai a caça na África e leva consigo um cachorrinho para não se sentir tão só naquelas regiões. Um dia, já na expedição, o cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari.



Nisso vê que vem perto uma pantera correndo em sua direção. Ao perceber que a pantera irá devorá-lo, pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los. Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:


- Ah, que delicia esta pantera que acabo de comer!

A pantera para bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho e vai pensando:


- Que cachorrinho bravo! Por pouco não come a mim também!

 Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro.

Mas o cachorrinho percebe a manobra do macaco. O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história. Então a pantera furiosa diz: - Cachorro maldito! Vai me pagar! Agora vamos ver que come a quem!


- Depressa! - Disse o macaco. - Vamos alcançá-lo.


E saem correndo para buscar o cachorrinho. O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas

- Ah, macaco desgraçado! O que faço agora? Pensou o cachorrinho.


O cachorrinho ao invés de sai correndo, fica de costas como se não estivesse vendo nada, e quando a pantera está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:


- Maldito macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu mandei me trazer uma outra pantera e ele ainda não voltou!


Em momentos de crise, a imaginação é mais importante que o conhecimento.






6 de julho de 2011

geada - 06/07/2011


Apenas para deixar registrada a geada do dia 06 de julho de 2011, cidade de Estrela, Rio Grande do Sul, Brasil.









4 de julho de 2011

o assunto de hoje é o frio...

O assunto de hoje é o frio. Não me refiro ao assunto do blog em si, mas o assunto das conversas de rua.
- E aí, tchê, esse frio?
- Mas bah... tá danado!!
- Pois é, deu uma refrescada, até botei um casaquinho!
- Mas tchê, tá um frio de renguear cusco!
- Mas que tal, até os quero-queros tão encolhidos!
- E essa geada... de manhã tava tudo branquito!
- Bahh, e diz que vai piorar!!
- Mas que frio, não tem jeito de eu me esquentar!!
- Saudades do verão... acho que vou pro nordeste!
- E aí, tchê, parece que tá com frio, que tu vai usar no inverno?
- Se esfriar eu boto o pala!

E assim vai... tipo... o frio congela o cérebro mesmo... é o que aconteceu com o meu eu acho, só pode ser isso...

20 de junho de 2011

começa o inverno ...???

 
O inverno de 2011 terá início durante o "solstício" no dia 21 de junho, terça feira, às 14 horas e 16 minutos.
 
 
No hemisfério sul, ocorre sempre por volta de 21 de junho, e no hemisfério norte por volta de 21 de dezembro.  
 
Esta será a noite mais longa do ano e o dia em que o Sol atinge o seu grau mínimo de luminosidade na Terra.


A partir desta data, o Sol renasce e retorna a seu ciclo em torno do planeta, cada vez mais forte, para chegar ao seu ápice no solstício de verão.  

 ...

6 de junho de 2011

linda mensagem audio-visual ...

Lindo o vídeo que meu amigo Ednum Lopis fez com sua música e algumas fotos minhas.
Isso sim que é 'vôo da palavra... e da imagem'


Gracias.


1 de junho de 2011

Ninguém pode estragar seu dia!

Numa bela manhã o colunista Sydney Harris acompanhou um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como resposta, recebeu um tratamento rude e grosseiro.



Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.


Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:


- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?


- Sim, infelizmente é sempre assim.


- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?


- Sim, sou.


- E por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?


- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.





Não são os ambientes que devem nos transformar e sim nós que devemos transformar o ambiente.






 
...

29 de maio de 2011

Círculo do Amor (desconheço o autor)

Uma senhora estava estacionada no acostamento de uma rodovia, quando ela viu um homem que se aproximava.


 Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.


O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho.


Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma?


Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:


- "Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".


Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante.

Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.


Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.


Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia.


Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.


Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.


Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:


- "Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".


E acrescentou: "... e pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.


Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.


Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela.


A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.


A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.


Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.


Dizia: "Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar, não deixe este círculo de amor terminar com você".


Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir.


Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.

Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

"Tudo ficará bem... eu te amo, Bryan".






Pense nisso, e ..... não feche esse círculo!




..

1 de maio de 2011

Jardim Botânico de Lajeado

Fotos tiradas em uma visita ao jardim Botânico de Lajeado, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.





28 de abril de 2011

aproveitar bem o dia

Hoje levantei pensando no que eu tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite...



É minha função escolher que tipo de dia terei hoje.


Posso reclamar que está chovendo ou agradecer as águas por levarem a poluição.


Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.


Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.


Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.


Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.


Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.


Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.


Se as coisas não saírem como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para poder recomeçar.


O dia está na minha frente, esperando para ser o que eu quiser.


E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.


Tudo depende de mim ...




.

10 de abril de 2011

Vida simples...

Esta história já foi contada milhares de vezes, com muitas variações. Recentemente, um aldeão veterano, em Benin, na África Ocidental, contou a seguinte versão a alguns jovens.

  O pescador volta para casa na sua piroga e encontra um perito estrangeiro que está trabalhando naquele país em desenvolvimento. O perito pergunta ao pescador por que voltou tão cedo. Este responde que poderia ter ficado mais tempo no mar, mas já pescou o bastante para cuidar da família.
  “E agora, o que faz com todo o tempo que tem?”, pergunta o perito.
  O pescador responde: “Bem, eu pesco um pouco. Brinco com os filhos. Todos tiramos uma sesta quando fica quente. À noitinha, jantamos juntos. Depois, reúno-me com meus amigos para tocarmos música, e assim por diante.”

 
  O perito interrompe: “Olhe, eu tenho diploma universitário e tenho estudado esses assuntos. Quero ajudá-lo. Deve ficar pescando por mais tempo. Assim ganhará mais e logo poderá comprar um barco maior do que esta piroga. Com um barco maior, ganhará ainda mais, e logo poderá ter uma frota de traineiras.”
  “E depois?”, pergunta o pescador.
  “Depois, em vez de vender peixes por meio dum intermediário, poderá negociá-los diretamente com a fábrica ou até mesmo abrir a sua própria unidade de beneficiamento de peixe. Poderá sair da sua aldeia e mudar-se para Cotonou, ou Paris, ou Nova York, e dirigir tudo de lá. Poderá até mesmo pensar em vender ações da sua empresa na bolsa de valores e ganhar milhões.”

 
  “Quanto tempo levaria tudo isso?”, pergunta o pescador.
  “Talvez de 15 a 20 anos”, responde o perito.
  “E então?”, continua o pescador.
  “É então que a vida fica interessante”, explica o perito. “Aí poderá aposentar-se. Poderá deixar a agitação e o barulho da cidade grande e mudar-se para uma aldeia remota.”
  “E então o quê?”, pergunta o pescador.
  “Então terá tempo para um pouco de pesca, para brincar com os filhos, para tirar uma sesta quando faz calor, para jantar com a família e para se reunir com amigos para tocar música.”

28 de março de 2011

O Eu Esquecido

Sinopse do Livro "O Eu Esquecido", 
da escritora CRISTINA DEUTSCH



Desde o meu nascimento conheci um mundo de dor e tristeza, com uma vida que pode vir a ser comparada mais com um teste de resistência, sobrevivendo junto de meus irmãos uma criação difícil (uso o termo difícil, mas nosso dilema vai além disso). Sofremos torturas de todas as maneiras, física e psicológica..., carinho ou algo parecido não conhecemos, sofremos a falta de tudo, inclusive o que não poderia ou ao menos não deveria existir numa família, a omissão. Apesar de tudo que passei na minha infância e adolescência, fui pouco a pouco superando algumas das dificuldades que passei, e sempre preocupada com meus familiares chamando-os para seguir-me para uma vida longe daquele ambiente pesado e despreparado. Infelizmente, minha “nossas” vidas seguiram rumos diferentes, e a minha veio dar na Alemanha, onde eu passei por muitas dificuldades,como com a adaptação, o clima, a língua, e o suicídio de meu marido, que me deixou endividada e com muitas perguntas a serem feitas. Anos depois tenho juras de morte, e sou ameaçada pela família de um homem muçulmano com qual vim a me envolver, e quase custou a vida de minha filha e a minha. A dor que parecia não mais existir despertou com a noticia do brutal assassinato de meu irmão, e a falta de apoio dos que se dizem trabalhar em prol da justiça. Tudo isso acrescentado ao falecimento de meu marido, e as ameaças de morte que vivenciei, me jogaram no fundo do poço. Passei a sofrer da síndrome do pânico, e da depressão que me isolou do mundo por quase seis anos, tremia desesperadamente ao ouvir a campainha, ou o som do telefone ao timbrar. Minha infância e adolescência despertava e desta vez, com uma força incontrolável, foram muitos altos e baixos e também muita luta, de superação e de uma pessoa que não se deixou destruir pelas amarguras da vida. Quanto aos meus irmãos, poucos deles conseguiram desatar as algemas do passado e caminharam em busca de dias melhores, tragédias e mais tragédias os acompanham durante toda uma vida,a qual passa de pai para filho,como uma herança. A maldição domina aquela gente e aquelas terras, os demônios que ali vivem, e se apoderaram daquelas almas, que mesmo frequentando a igreja evangélica não conseguiram se separar do ódio,da magoa que trazem no coração e isso desde criança. Uma família com corpo e a alma marcada pelos maus tratos que a vida os causou, e nem o tempo conseguira curar as feridas ainda abertas.
http://www.livrosilimitados.com.br/loja/produtos.asp?lang=pt_BR&tipo_busca=marca&codigo_marca=10
 

23 de março de 2011

O Copo d'água

Copo d'água



 Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão. Levantou um copo com água e perguntou à platéia:


- Quanto vocês acham que pesa este copo d’água?


As respostas variaram entre 20 e até 500 gramas.


O conferencista, então, comentou:


- Não importa o peso absoluto. Depende por quanto tempo vou segurá-lo. Se eu seguro por um minuto, tudo bem. Se eu seguro durante uma hora, terei uma dor no meu braço. Se eu segurar durante um dia inteiro, você terá que chamar uma ambulância. E é exatamente o mesmo peso, mas quanto mais tempo eu passo segurando-o, mas pesado vai ficando.



E concluiu:


- Se carregarmos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde nós não seremos mais capazes de continuar, pois a carga vai tornando-se crescentemente mais pesada. O que você tem que fazer é deixar o copo em algum lugar e descansar um pouco antes de segurá-lo novamente.

Temos que deixar a carga de lado periodicamente, do jeito que puder! É reconfortante e nos torna capazes de continuar. Então, antes de você voltar do trabalho para casa, deixe o peso do trabalho num canto.

A vida é curta, aproveite-a!


19 de março de 2011

Ser feliz ...




Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Augusto Cury



9 de março de 2011

momentos felizes


                                (foto: Pedro André Ludwig)

Das Utopias

Se as coisas são inatingíveis... ora!
não é motivo para não querê-las.
Que tristes os caminhos, se não fora
a presença distante das estrelas!

(Mário Quintana)

4 de março de 2011

as fronteiras da mente

Trascrevo artigo de Nelson S. Lima, director do Centro de Estudos Augusto Cury.

http://www.centroaugustocury.com/2008/09/10-desafios-para-voc-se-sentir-muito.html


As fronteiras da mente...

Ao contrário do que geralmente está convencionado, a mente não está apenas alojada na cabeça. Ela resulta do trabalho do sistema nervoso mas distribui-se por todo o organismo a cada instante. Por exemlo, já todos percebemos como uma emoção forte acelera o coração ou como ficamos "gelados" com uma notícia aterradora. Mas, subtilmente, mesmo o estado do nosso humor e do nosso ânimo, afectam todo o corpo, ainda que disso não tenhamos consciência. Quantas indisposições "físicas", quantas doenças e perturbações não têm origem no nosso mundo psíquico, por vezes nas memórias emocionais, sem que disso tenhamos consciência.

Infelizmente, os médicos, de uma maneira geral, tratam os problemas psicossomáticos com alguma indiferença, até mesmo com algum desprezo. E, não obstante, o tema é científico e não esotérico. Faria muito bem a muitos médicos perceberem um pouco mais da psicologia humana e tratarem dos doentes mais do que das doenças propriamente ditas. O assunto é sério, ultrapassa o entendimento de alguns curiosos e aventureiros que debutam no campo das medicinas alternativas e seus anexos, exige especialização e, por isso, aqui fica o meu alerta.

Tenha em conta que todas as enfermidades têm algum tipo de ligação íntima com a psique e o estado de espírito; variam de aspecto, frequência, predisposição e gravidade em função da personalidade (a pessoa no seu todo) e dos padrões de comportamento e, finalmente, devem ser objectivamente estudadas e acompanhadas por quem sabe.

A influência da mente (das disposições, dos pensamentos, das emoções, etc) sobre o corpo (incluindo o próprio cérebro) é muito grande (estima-se que 80% das doenças actualmente conhecidas são "alimentadas", quando não provocadas, pelos estados de espírito). Mais do que o tão badalado "pensamento positivo" (uma já estafada crença nem sempre fácil de cumprir) necessitamos é de melhorar o nosso auto-conhecimento, o nosso equilíbrio emocional e sentimental, a nossa auto-estima e a nossa capacidade de tomarmos decisões e assumir escolhas.

Com isso iremos melhorar o nosso sistema imunitário, isto é, as defesas que o corpo gera de forma natural. Ficaremos então menos vezes doentes e a cura será mais rápida. E, assim, a longevidade pode então ser uma conquista da inteligência mais do que dos genes, dos factores ambientais e da sorte. Porque ser inteligente é saber fazer opções. Mesmo na saúde.
 

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